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sábado, 16 de junho de 2012

PONTUAÇÃO E ACENTUAÇÃO



 Grupo 04 - Pontuação e Acentuação

 Integrantes:  Fabricio Baesso Paz - 80008, Guilherme S. Janoario - 79775, Renata Lima de Paula - 79420, Tueli Bordin - 76639, Recieli Santos - 79340, Carol Sampaio - 5657, Flávia Assunção - 79786, Leodécio Filho - 79587, Daniel Rossi - 79369. 

CONCORDÂNCIA VERBAL E NOMINAL



Grupo 03 - Concordâcia Verbal e Nominal

Integrantes: Camila, Daniel Junior, Diane, Eduardo, Ellen, Gracielli, Harilene, Igor, Karine, Kevlin, Lennon, Luiz Fernando, Maiara, Naara, Rick, Samuel , Thaillys.

RÊGENCIA VERBAL E NOMINAL



Grupo 02 - Regência Verbal e Nominal

Integrantes:  Aline Benício, Andréia Duque, Arthur Eduardo, Drielly Bohry, Jhoseyr Santos, Helen Brunetti, Henrique Regli, Isaque Morais, Leandro Magyori, Leticia Chemin, Renan Royer, Ranyel Luiz, Sabrina Nascimento, Thallita Milhomem, Tauber, Wany Hertel e Winy Hertel.

ORALIDADE E ESCRITA


 Grupo 01 - Oralidade e Escrita
   Oralidade é o ato de comunicar-se através da fala. É uma das formas de linguagem. Assim como tem a linguagem escrita, tem a linguagem oral (oralidade).
    A língua escrita é a transmissão da língua oral, falada. Contudo, não é a simples transcrição direta da oralidade – tem regras,  estruturas próprias e autônomas - desse modo não escrevemos exatamente como falamos e quando se realiza a oralidade, nem sempre se pronuncia as palavras da mesma forma como se escreve. A escrita interage com a fala se completando.
   A linguagem escrita depende do contexto, enquanto a linguagem oral é valorizada pela entoação e gestual. Além disso, na língua falada utilizamos frases mais curtas, por questão de limitação humana de memorização, enquanto que, na escrita essas frases podem ser mais longas e elaboradas, a fim de que não se corra o risco do texto ficar fragmentado, com frases soltas, prejudicando o entendimento do todo.
  Por último, a oralidade também nos permite tratar de vários temas ao mesmo tempo sem sermos redundantes, pois os artifícios usados na fala nos permite compreender a fala do outro, sem que haja comprometimento do raciocínio. Já na escrita, preferencialmente, o texto deve ser enxuto e conciso, tratando do mesmo tema, do início ao fim, para que não se afete a sequência textual.
Por exemplo:



Este e um exemplo onde o autor da frase utilizou a oralidade para escrever, e ignorou as regras da escrita. No “Ceja”  em vez de “seja” ele utilizou o ‘c’ pois tem a mesma fonética do ‘s’, porém está errado. Já a palavra “Esprimente”, o autor escreveu do jeito que ele fala, ( percebemos a fala curta), quando o correto seria “experimente” , o ‘x’ faz o papel fonético do ‘s’, e o “experimente” é a fala apropriada.

Entre outros:
Nós como futuros engenheiros vamos nos deparar com diversas peculiaridades da Língua Portuguesa, e temos que estar aptos para nos sairmos o melhor possível. A oralidade e a escrita fazer parte do cotidiano. Alguns exemplos de como vamos utilizar a oralidade e a escrita:

 Oralidade: Entrevista de emprego, saber se comunicar, e o que falar.


 Escrita: Concurso. Saber as regras da gramática e da redação.


 Integrantes:  Adriel Felipe, Melissa Aleixo, Raíssa Barbosa.